segunda-feira, 27 de abril de 2009

Maicosuel fora da final !!


Ainda com o tornozelo inchado, Reinaldo é dúvida para segundo jogo da decisão, contra o Flamengo

A notícia não é boa para a torcida do Botafogo. Maicosuel está fora da segunda partida da final do Campeonato Carioca, contra o Flamengo, depois que um exame de ressonância magnética realizado nesta segunda-feira apontou um estiramento muscular de grau 2 na perna esquerda do jogador. O resultado da análise foi confirmado oficialmente por Luiz Fernando Medeiros, chefe do departamento médico do Alvinegro.


- Maicosuel sofreu um estiramento de grau dois no bíceps femural da perna esquerda. Isso significa que o tempo de recuperação estimado é de três a quatro semanas. Dessa forma, a participação do jogador na primeira rodada do Campeonato Brasileiro também está comprometida - afirmou o médico.
Quanto a Reinaldo, a situação é menos grave, mas nem por isso mais animadora. O atacante sofreu uma torção no tornozelo direito e vem fazendo tratamento intensivo.

- O tornozelo do Reinaldo continua inchado, e está tratando com imobilização e fisioterapia. Mas ainda não se pode dizer que está confirmado no jogo, ou não - explicou Luiz Fernando Medeiros.


Agência / Agencia Estado

domingo, 26 de abril de 2009

Inter de Milão perde para o Napoli e permite que o Milan volte a sonhar

Diferença entre o líder e o Rubro-Negro, segundo colocado, é de sete pontos. Faltam cinco rodadas para o fim da competição



Ampliar FotoAgência/EFE

Figo enfrenta a marcação de dois adversários na derrota do Inter em Nápoles

O técnico José Mourinho convidou Adriano para a festa do título, mas é bom o seu time acorda, porque o tetracampeonato ainda não foi conquistado. Neste domingo, o Internazionale de Milão foi a Nápoles e acabou derrotado por 1 a 0, gol do uruguaio Zalayeta. Foi o terceiro jogo seguido sem vitória da equipe. O Napoli quebrou uma sequência de 14 jogos sem vitória.

 

Mesmo com o resultado, a situação do Inter é boa, pois ainda tem sete pontos de vantagem sobre o Milan, o segundo colocado.


Com 74 pontos ganhos, o Inter lidera o Campeonato Italiano. O Milan, que neste domingo passou pelo Palermo, se desgarrou do Juventos(empatou com o Reggina) e se isolou na segunda colocação com 67 pontos. A Velha Senhora vem logo atrás com dois a menos. Completando a lista dos times que hoje estariam na próxima Liga dos Campeões, a Fiorentina ultrapassou o Genoa nessa rodada e assumiu o quarto posto, com 58.

 

O Inter de Milão iniciou a partida com a mesma postura de sempre: fechado, cadenciando o jogo e utilizando os contra-ataques. A estratégia de Mourinho nem sempre é bonita de se ver, mas tem sido eficiente na Série A.

 

O Napoli, em crise, não tinha outra alternativa. A série de 14 partidas sem vitória transformou o clube em uma panela de pressão, e a equipe precisava apagar o incêndio. E assim o fez. Depois de um primeiro tempo equilibrado, chegou ao gol da vitória aos 28 minutos da etapa final, quando Zalayeta recebeu de Lavezzi e, de fora da área, fez um bonito gol. 

 

Depois que se viu em desvantagem, o Inter tentou ser mais ofensivo, mas já era tarde demais. O Napoli segurou o resultado, quebrou o jejum e aumentou as esperanças do Milan.

 

Resultados deste domingo

Milan 3 x 0 Palermo 
Bologna 2 x 0 Genoa 
Lazio 0 x 1 Atalanta 
Lecce 2 x 1 Catania 
Reggina 2 x 2 Juventus 
Sampdoria 3 x 3 Cagliari 
Torino 1 x 0 Siena 
Napoli 1 x 0 Inter de Milão
 

Botafogo e Flamengo empatam, e decisão do Carioca está aberta

Zagueiro Emerson, do Alvinegro, volta a ser protagonista do clássico, participando de segundo gol do Rubro-Negro



Numa partida aberta e com muitas alternativas, Botafogo e Flamengo empataram por 2 a 2 neste domingo, na primeira partida da final do Campeonato Carioca. O Alvinegro saiu atrás do placar, virou, mas o Rubro-Negro igualou o resultado no fim, depois que o zagueiro Emerson desviou a bola no gol de empate do time comandado por Cuca.

 

As duas equipes voltam a se enfrentar no próximo domingo, dia 3 de maio, às 16h, no Maracanã. A equipe vencedora conquista o título, e caso haja novo empate, haverá decisão nos pênaltis.

 

Fla sai na frente, mas Bota vira

 

A emoção começou junto do apito inicial. Logo ficou claro que ambos tinham como estratégia a pressão sobre o adversário. O Botafogo apostava suas fichas no jogo ofensivo, marcando o Flamengo em seu campo ofensivo. O Rubro-Negro procurava explorar as jogadas pelas laterais.  

 

Ampliar FotoAndré Durão /GLOBOESPORTE.COM

Léo Moura foi muito mal na partida

Aos poucos, no entanto, o Flamengo foi se sobressaindo, impondo seu ritmo de jogo e fazendo valer o maior tempo de posse de bola, enquanto o Botafogo pecava na saída da defesa para o ataque. E trocando passes o Rubro-Negro abriu o placar, aos 20 minutos, depois que Emerson tocou para Juan, que foi derrubado por Alessandro na área. Os jogadores alvinegros contestaram a marcação do pênalti, mas o próprio lateral-esquerdo cobrou no canto direito de Renan, fazendo 1 a 0. 

 

A desvantagem criou um clima de nervosismo no Botafogo, que continuava a errar passes. Este fato deu ao Flamengo mais espaços para trabalhar a bola. O Rubro-Negro teve grande chance de ampliar aos 29 minutos, num contra-ataque. Kleberson recebeu pela direita e tocou para Zé Roberto, que deixou de calcanhar para Léo Moura, mas o lateral perdeu o gol, cara a cara com Renan. Em seguida, o goleiro alvinegro fez nova defesa em chute de Emerson da entrada da área. 

Com o passar dos minutos, o Botafogo foi se restabelecendo em campo, passou a acertar mais passes e ganhar terreno de jogo, pressionando o Flamengo. Maicosuel, que passou grande parte da semana se recuperando de dor na panturrilha esquerda, foi um tormento para a zaga rubro-negra. Ele sofreu falta de Welinton quase na linha da grande área, que exigiu atenção especial de Bruno. O goleiro insistiu que a barreira não se mexesse, mas não foi atendido. Maicosuel passou da bola, e a cobrança foi de Juninho, que chutou forte e rasteiro no meio do gol, empatando a partida aos 37. 


A partir de então, o nervosismo passou para o lado rubro-negro. O excesso nos erros de passe eram muitos e permitiram que o Botafogo ganhasse confiança, mesmo que empurrado por uma pequena torcida. E não demorou muito para que o Alvinegro chegasse à virada. Maicosuel cobrou falta pelo lado esquerdo, e Reinaldo subiu sozinho para cabecear e fazer 2 a 1 aos 43.

 

Segundo tempo ruim para o Bota

 

O Flamengo voltou para o segundo tempo com Josiel no lugar do inoperante Zé Roberto. Mas, nos minutos iniciais, a equipe continuava entregue à marcação alvinegra. O Botafogo exercia controle sobre o adversário e se entendia dentro e fora de campo. Tanto que, atendendo a uma recomendação de Reinaldo, Ney Franco substituiu Eduardo por Gabriel logo aos sete minutos, pois o atacante entendeu que o lateral corria o risco de ser expulso. 

 

 

Do outro lado, o Flamengo demonstrava nervosismo, que ficou claro na falta feia cometida por Juan em Maicosuel, depois que o lateral foi driblado pelo meia e recebeu cartão amarelo. O lance gerou uma confusão em campo porque Léo Silva tomou as dores do companheiro e deu uma peitada no camisa 6 . Em seguida, o Alvinegro assustou com Alessandro, que acertou um chute de fora da área, e Bruno defendeu.

 

 


Mas entre os 16 e os 19 minutos, o Botafogo precisou queimar suas duas últimas substituições por causa de problemas médicos. Maicosuel deixou o campo de maca com suspeita de estiramento muscular. Em seguida, foi a vez de Reinaldo sair com o tornozelo direito inchado. Neste momento, o Flamengo tentou se aproveitar das baixas do adversário para pressionar e partiu para o ataque muitas vezes com até oito jogadores, mas errava passes quando chegava à área alvinegra.

 

O Botafogo adotou uma postura mais cautelosa. A equipe sofria pressão, mas apostava nas saídas em velocidade, se aproveitando das falhas rubro-negras. Mas sem jamais desistir, o Flamengo continuou pressionando até chegar ao empate, aos 39 minutos. Willians avançou pelo lado direito, driblou Gabriel e chutou. A bola desviou no alvinegro Emerson e entrou. Mais um lance de azar do zagueiro, que na final da Taça Rio foi o autor do gol contra que deu o título ao Fla. Pouco antes do fim, Bruno fez grande defesa em chute de Victor Simões.

Aos olhos de Pelé, Ronaldo tem dia de Rei na Vila Belmiro e Timão fica perto da taça

Corinthians faz 3 a 1 no Santos, com dois gols de Ronaldo (um deles, uma pintura!), e só perderá o título se for goleado no Pacaembu no domingo




O Corinthians, que já tinha a vantagem de jogar por dois empates para ser campeão paulista, ficou ainda mais perto do seu 26º título estadual após este domingo. Jogando na Vila Belmiro, o Timão venceu o Santos  por 3 a 1, com uma atuação brilhante de Ronaldo: dois gols, um deles uma pintura. Os corintianos só não serão campeões se forem goleados na partida de volta, marcada para o próximo domingo, no estádio do Pacaembu, em São Paulo. O Peixe, para reverter a situação, precisará ganhar por três gols de diferença.


O técnico do Timão, Mano Menezes, fez aquilo que já vinha fazendo há alguns jogos. Na hora de dar a sua escalação, soltou mais de 11 nomes na lista. Na semifinal contra o São Paulo, ele divulgou a relação com 13 atletas. Agora, foram 12: para a vaga de Dentinho, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o treinador escreveu “Morais ou Diego”. Mas na hora de sair do vestiário, nenhuma surpresa: Morais entre os titulares, como foi durante toda a semana de treinamento.

 

  • Aspas

    É um sonho fazer gol onde o Pelé fez tantos e ser Rei mesmo que por um dia (Ronaldo)"

Do lado do Santos, Vagner Mancini não tinha mistério. Sem Rodrigo Souto, machucado, e Roberto Brum, suspenso, Pará e Germano foram os volantes. Em desvantagem, o Peixe apostava na força da Vila Belmiro. No estádio lotado, eram 16 mil santistas contra pouco mais de mil corintianos. Num dos camarotes, um tradicional pé-quente: Pelé completaria três anos sem ver uma derrota do seu time em casa. E ele mal imaginava o que veria pela frente...

 

 

Com a bola rolando, os dois times mostraram que apostariam no ataque. Pelo Peixe: Madson, Neymar e Kléber Pereira; pelo Timão: Morais, Jorge Henrique e Ronaldo. E o Corinthians começou mais eficiente. Enquanto Kléber Pereira perdia gols e ficava impedido seguidamente, Jorge Henrique corria o campo todo ajudando até a recompor a defesa.

 

Aos 10 minutos, a rede da Vila balançou pela primeira vez. Pará derrubou Morais perto da entrada da área e cometeu falta. Na hora da cobrança, os três especialistas do Timão se posicionaram para bater e confundir a defesa santista. Deu certo. Cristian ameaçou, André Santos correu por cima da bola e Chicão chutou. Fábio Costa nem foi no lance, caiu no chão e viu sair o gol corintiano.

 

  • Aspas

    O Ronaldo fez a diferença e marcou um gol de Copa do Mundo (Pelé)"

O Santos sentiu o golpe. E quando ameaçava se recompor, tomou o segundo. Aos 24, na tentativa de aliviar o perigo, Chicão deu um bicão – como ele mesmo confessaria depois – para a frente. A bola caiu no pé de quem conhece. Ronaldo dominou com classe e, mesmo com cinco santistas ao seu redor, tocou para o gol de Fábio Costa: 2 a 0.


O Peixe demorou mais um pouco para reagir. Mas reagiu. E aí começou a brilhar a estrela de Felipe. No dia internacional do goleiro, o camisa 1 do Timão fez quatro defesas sensacionais só no primeiro tempo: saiu no pé de Kléber Pereira, pegou chute cara a cara com Neymar, desviou finalização de Triguinho com o pé e pegou uma bola de Fabão que entraria no cantinho. A cada defesa, vibrava como um gol.

 

No segundo tempo, Mano trocou Jorge Henrique por Fabinho e parecia querer garantir o placar. Já Vagner Mancini incendiou a sua equipe no vestiário. O Peixe voltou com tudo para cima do rival e Fabiano Eller quase marcou de cabeça. Pressionando e empurrado pela torcida, o Santos encurralou o adversário no seu campo. Quem assistia ao jogo poderia até prever que o gol era questão de tempo. Demorou 15 minutos. Triguinho foi lançado por Madson na ponta-esquerda, olhou para a área e cruzou forte. Felipe, na tentativa de cortar, tocou contra o próprio gol. A Vila pegou fogo!

 


 

A partir daí, só dava Santos. Felipe salvava, Neymar perdia, Chicão dava carrinho, Kléber Pereira errava o alvo, Madson arriscava, André Santos ajudava... Um sufoco! A torcida, percebendo a reação Peixe, foi junto: empurrou, incentivou, só faltou entrar em campo para cabecear. Pelé, que passou boa parte do jogo quieto, agora gesticulava, conversava com pessoas no seu camarote...

 



E parecia que o destino queria que o Rei estivesse na Vila para ver o que Ronaldo ainda faria. O atacante recebeu passe de Elias e se viu sem condição de devolver a bola. Foi quando driblou Triguinho e, ao perceber Fábio Costa adiantado, deu um toque de gênio para encobrir o goleiro santista. Uma pintura para fazer a torcida gritar “ôôô...o Fenômeno voltou” e que mereceu aplausos de Pelé.

 

- O Ronaldo fez a diferença. O segundo gol foi de Copa do Mundo - rendeu-se Pelé.

 

O relógio mostrava 31 minutos. Pelé se levantou e foi embora. Daí até o fim, foi só festa dos corintianos. Quando o juiz apitou, Ronaldo agradeceu o elogio do Rei:

 

- É um sonho fazer gol onde o Pelé fez tantos e ser Rei nem que seja por um dia

domingo, 19 de abril de 2009

Ronaldo marca, Timão vence o Tricolor, e Paulistão terá final inédita

Corinthians vai decidir o Paulistão com o Santos. Os dois times já disputaram títulos estaduais, mas em campeonatos de pontos corridos



O Corinthians está na final do Paltistão 2009. Em uma ótima atuação no segundo tempo, o Timão atropelou o São Paulo, fez 2 a 0, em apenas dois minutos, e vai decidir o título contra o Santos, que desbancou o Palmeiras. Ronaldo participou dos dois gols. No segundo, balançou as redes em uma arrancada típica de Fenômeno.

 

Pela primeira vez, Santos e Corinthians farão uma final de Paulistão. As duas equipes já disputaram o título estadual - a última foi em 1984 - mas sempre em campeonatos de pontos corridos, quando chegaram à última rodada brigando pela taça. Final mesmo, será a primeira. O Timão, por ter melhor campanha, joga por dois empates. Os dois confrontos serão dos dois próximos domingos, os locais serão definidos nesta segunda-feira, em reunião da Federação Paulista de Futebol.

 

Primeiro tempo morno

 

Os dois times entraram em campo com formações semelhantes. Tanto o técnico são-paulino Muricy Ramalho, quanto o corintiano Mano Menezes, apostaram em times mais ofensivos, ambos com três atacantes. Pelo lado alvinegro, Jorge Henrique, Ronaldo e Dentinho. No Tricolor, Dagoberto, Washington e Borges. 

 

No entanto, apesar de tantos atacantes em campo, as duas defesas prevaleceram no primeiro tempo. Precisando da vitória, pois perdeu o jogo de ida, domingo passado, por 2 a 1, o São Paulo foi para cima e teve mais chances. O time parecia animado com a presença do capitão Rogério Ceni, que, mesmo machucado, entrou em campo e foi homenageado pelos companheiros - todos os são-paulinos foram a campo vestindo camisas 1.

 

Washington e Borges conseguiram levar a melhor sobre os zagueiros corintianos, Chicão e William. Mas o goleiro Felipe, atento, conseguiu parar as duas principais chances do Tricolor. Uma num chute de Washigton, aos 12 minutos, e outra em uma bomba de Jorge Wagner. aos 19.

 

O Timão, mais retraído, tentava explorar contra-ataques. André Santos aparecia bem, caindo pelo meio e armando jogadas. Ronaldo se movimentava e dava opções, mas a bola não chegava. Quando chegou, aos 32, o Fenômeno fez Bosco trabalhar. O camisa 9 recebeu ótimo passe de André, entrou pela direita e chutou forte. O goleiro tricolor defendeu com o joelho.

 

O primeiro tempo ficou nisso, as emoções ficaram todas para o segundo tempo.

 

 

Com gol típico de Ronaldo, Timão na final

Se a etapa inicial foi apenas morna, a segunda metade do jogo foi eletrizante. Logo nos primeiros segundos, Borges acertou a trave em uma cabeçada. O susto, porém, não foi suficiente para desestruturar o Corinthians. Tranquilo em campo, marcando bem, numa postura bem consciente, o time alvinegro apenas controlava o ímpeto são-paulino e se lançava em contra-ataques rápidos.

 

E foi assim que o muro tricolor começou a ruir. Aos 10, uma jogada rápida e mortal. Douglas pegou o rebote no campo de defesa corintiano e jogou para Ronaldo, que prontamente acertou boa virada de jogo para Jorge Henrique. O atacante chutou forte e acetou a trave. No rebote, Douglas, que vinha acompanhando a jogada, apenas empurrou para as redes.

 

Atordoado, o São Paulo viu o adversário ampliar logo em seguida. Cristian acertou um lindo lançamento para Ronaldo, que ganhou na corrida de Rodrigo, numa arrancada típica de Fenômeno, e tocou na saída de Bosco. Lembrou o Ronaldo dos tempos de Barcelona.

 

O São Paulo, depois do segundo gol, desistiu do jogo. Tentou se lançar para o ataque, mas sem acertar passes. Já o Corinthians, teve espaço para marcar mais, só que abusou ao tentar ficar trocando passes dentro da área adversária. 

 

Aos 38, Rodrigo acertou carrinho em Dentinho e, como já havia sido advertido com o cartão amarelo, acabou levando o vermelho.

 

Ficha técnica: 

SÃO PAULO 0 x 2  CORINTHIANS
Bosco, Rodrigo, Renato Silva, Miranda e Junior Cesar; Jean, Hernanes e Jorge Wagner; Dagoberto (Wellington), Washington e BorgesFelipe, Alessandro, Chicão, William e André Santos (Diego); Cristian, Elias e Douglas; Jorge Henrique, Ronaldo (Boquita) e Dentinho (Morais).
Técnico: Muricy Ramalho.Técnico: Mano Menezes.
Gols: Douglas, aos 10, Ronaldo, aos 12 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: André Santos, Cristian, Dentinho (Corinthians), Rodrigo, Washington, Dagoberto (São Paulo); Cartão vermelho: Rodrigo
Estádio: Morumbi, São Paulo. Data: 19/04/2009. Árbitro: Sálvio Spinola Fagundes Filho. Auxiliares: Vicente Romano Neto e Giovani César Canzian.